Cada um de nós é não uma reta, mas um círculo. Cada um de nós é infinito então.
Círculos abrem, círculos permanecem abertos, abandonados pelo pai do relógio que é um ancião no leito de morte. Círculos de fecham, mas nunca se apagam.
Eles nunca se apagam.
Nós apagamos, nossa infinitude permanece e perpetua. Mas isso porque somos tudo. Talvez sejamos nada.
Você é tudo ou nada?