julho 09, 2014

Sem edição.

Eu quero ser tanta coisa.
Cantar por aí, nana, dançar. fazer tudo que eu tenho pra fazer.
Quero fugir, quero tirar essa agonia no peito, não quero fazer sentido nesse texto.
O que eu quero? Pra onde eu tô indo? Não tô no caminho certo, nem sei pra onde ir.
Quero enxergar com outros olhos, seus olhos, tudo que tem aqui dentro. Quero que pare de bater tão forte.
Quero parar de querer, quero querer mais.
Tentar mais forte, mais vezes. Parar de fingir e ser.
Não quero que o centro erupte pra fora. Não. De jeito nenhum.
Mas ele é parte, ele sou eu e eu sou ele. Não sei se é. Ou não.
Tem tanta coisa que eu quero fazer.
 Mas eu tô na metade.
De tudo.
Eu sou metade.
De tudo.
De mim também.

Ei,  nana. Você lembra?