o infinito retorno
o destino enganar
Sonho eu o sino, sopro fino do vento
e tento, então, apagar, o não, o mar.
E o seu breu leu a linha que vinha voando me ver.
Tentou.
Não enganou.
E o que parece certo se estremece
no centro meu do teu calor.
Suou, beijou, calou, amou, olhou.
Levanta que a manta amarela manhã já vem,
me ver, te ver meu bem -o que é que tem?
Dá cá um abraço e põe o café pra esquentar.